Me faz uma falta a tua pele branca
Teu corpo durinho, mão delicada
Me faz uma falta tua voz que canta
Até em murmurinho, linda até calada
E o seu vibrar que me encanta
Quando deslizo meus dedos pelo seu corpo
Tiro-lhe a manta
Você me fascina em um todo
Me lembro de nossos delírios
Te fazia gritar e gemer sem parar
Na praia,no quarto,em leitos até de rios
Em escadas, esquinas, em todo lugar
Alguns dizem que te roubei
Que você já foi de outros amantes
Eu digo que foi uma herança que herdei
E que minhas mãos te completam mais que as de antes
Mas agora,sinto sua falta quando o dia me acorda
É tanta falta que chamo de solidão
Ah! Maldito dia que fui estourar sua corda
Logo no chuvoso mês, fiquei sem você: Violão.
Por Guilherme Gomes & Psy O.L
domingo, 30 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Tanto canto
Me falaram pra cantar
E nesse canto que em presente se narra
Percebi um grande problema
Percebi que quando eu canto
Minha voz em pranto se faz inerte
Acompanhado ou não, de um velho violão
Cuja voz lhe atravessa os dentes
Dentes de nylon, de aço, de simples plagio
Ele também tem seu canto
Canto reto, canto em L
Esse, de todos é o mais sem encanto
Este é outro canto, o encanto
Eu encanto quando canto meu violão do canto
Quando o canto lhe atravessa os dentes
Mas se for em bando, entretanto, é mais coerente
Eu raramente encanto quando nesse canto
Não há mais o meu velho violão.
Ninguém que trabalhe em canto
Encanta na solidão.
Agora, se há no canto um jovem coração
Que procure num cântico uma simples distracção
Cante, porque quem canta e nunca para
Seu encanto, do seu canto, não se separa.
Por Guilherme Gomes
E nesse canto que em presente se narra
Percebi um grande problema
Percebi que quando eu canto
Minha voz em pranto se faz inerte
Acompanhado ou não, de um velho violão
Cuja voz lhe atravessa os dentes
Dentes de nylon, de aço, de simples plagio
Ele também tem seu canto
Canto reto, canto em L
Esse, de todos é o mais sem encanto
Este é outro canto, o encanto
Eu encanto quando canto meu violão do canto
Quando o canto lhe atravessa os dentes
Mas se for em bando, entretanto, é mais coerente
Eu raramente encanto quando nesse canto
Não há mais o meu velho violão.
Ninguém que trabalhe em canto
Encanta na solidão.
Agora, se há no canto um jovem coração
Que procure num cântico uma simples distracção
Cante, porque quem canta e nunca para
Seu encanto, do seu canto, não se separa.
Por Guilherme Gomes
quinta-feira, 6 de maio de 2010
O tudo
O Sol nascente iluminando todos os traços de vida,as nuvens cobrindo o céu escondem o azul que nele há, junto com as gotas de chuva que caem e purificam nossa alma.
As lembranças de um passado não tão distantes se unem com a esperança desse futuro ou do bem nesse instante.O mar, verde mar azul, que com as suas ondas mostram que o lindo e o poderoso não estão traçando barreiras pois são um só. Como os raios no céu, as montanhas e os vales,tantos lugares para se desvendar: trilhas, pedras e cachoeiras não tão distante cujo olhar pode enxergar.
Na linha do horizonte o além que vem se torna mistério.Em terra firme árvores, areia e pedras enfeitam os caminhos abertos pelo fogo que queima o que era verde.
As manhãs com o canto dos pássaros, as tardes com o conto dos carros e as noites com gritos exaustos. A água rara e a terra cara, o ar puro, a poluição, o petroleo. O tudo.
A vida que passa e a que vem, as pedras no caminho e um caminho de pedras. A coragem para prosseguir e o medo de desistir. O tudo a nossa volta e o nada dentro de nós.O todo em pensamento e o nada natural. A realidade e a insanidez.O vento nas folhas e o tempo sem flores.
Caminhos bons e ruins, cabe a nós escolher, cabe a nós, cada um de nós ser feliz, ter porque rir e sonhar.
Cabe a nós amar.
Por Guilherme Gomes
As lembranças de um passado não tão distantes se unem com a esperança desse futuro ou do bem nesse instante.O mar, verde mar azul, que com as suas ondas mostram que o lindo e o poderoso não estão traçando barreiras pois são um só. Como os raios no céu, as montanhas e os vales,tantos lugares para se desvendar: trilhas, pedras e cachoeiras não tão distante cujo olhar pode enxergar.
Na linha do horizonte o além que vem se torna mistério.Em terra firme árvores, areia e pedras enfeitam os caminhos abertos pelo fogo que queima o que era verde.
As manhãs com o canto dos pássaros, as tardes com o conto dos carros e as noites com gritos exaustos. A água rara e a terra cara, o ar puro, a poluição, o petroleo. O tudo.
A vida que passa e a que vem, as pedras no caminho e um caminho de pedras. A coragem para prosseguir e o medo de desistir. O tudo a nossa volta e o nada dentro de nós.O todo em pensamento e o nada natural. A realidade e a insanidez.O vento nas folhas e o tempo sem flores.
Caminhos bons e ruins, cabe a nós escolher, cabe a nós, cada um de nós ser feliz, ter porque rir e sonhar.
Cabe a nós amar.
Por Guilherme Gomes
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